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A osteoporose é uma doença complexa cujas causas não são totalmente conhecidas. É caracterizada pela diminuição substancial de massa óssea e desenvolvimento de ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, e consequentemente, mais sujeitos a fraturas.

É uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. A osteoporose é uma doença progressiva, lenta e assintomática o que contribui para que não seja diagnosticada até que ocorram as fraturas, principalmente nos ossos do punho, quadril e coluna vertebral.

Locais frequentes de fraturas ósseas

  1. Coluna vertebral - Pessoas idosas podem fraturar as vértebras da coluna com freqüência. A chamada corcunda de viúva é uma deformação comum e pode até levar à diminuição de tamanho do doente.
    É muito importante saber que a maioria das fraturas que ocorrem na coluna se situam na região torácica e não na região lombar como tem sido descrito pela maioria dos reumatologistas e ortopedistas. Vários pesquisadores americanos, entre eles Bonnick (1989) já tinham constatado esse fato. Após revisão dos trabalhos publicados nos últimos 15 anos, o Serviço Preventivo da Força Tarefa Americana a partir de 2002 passou a orientar a densitometria da coluna lombar apenas para as pacientes acima de 65 anos se não possuirem antecedente de fratura na família. Também informa que esse exame pode apresentar baixa reprodutibilidade (59,0%) em seus resultados quando são realizados anualmente. Por essa razão, recomendam que o exame não deve ser repetido na coluna lombar com intervalo menor do que 3 anos.
  2. Punho - Por ser um ponto de apoio, é uma área na qual as fraturas acontecem normalmente. Os ossos sensíveis têm pouca estrutura para sustentar o peso do corpo quando cai.
  3. Quadril - As fraturas de bacia são difíceis de cicatrizar e podem levar à invalidez. Estudos mostram que em torno de 50% dos que fraturam o quadril não conseguem mais andar sozinhos.
  4. Fêmur - Também muito comum entre os que desenvolvem a doença. É freqüente tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A recuperação costuma ser lenta.

    O osso é um tecido vivo e que, ao longo da vida humana, apresenta-se em constante renovação. O processo de destruição e reconstrução, chamado de remodelação óssea, se mantém de acordo com o equilíbrio de cálcio no organismo. Aos 35 anos, a massa óssea do ser humano atinge o seu pico, começando então, a decrescer em virtude do declínio no processo de reconstituição. A perda lenta e gradual de massa óssea, ou osteopenia, é considerada normal em ambos os sexos. O fato preocupante para Ler o restante »

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    Os idosos mesmo aparentemente sadios têm grande probabilidade de apresentar doença cardíaca, especialmente a coronariopatia, que pode estar oculta: deve-se ter o cuidado de avaliar.

    No idoso, há diminuição de cerca de 30% da função de todos os órgãos. Para o cirurgião-dentista tem especial importância o rim, pelo uso de medicamentos como antibióticos, que podem ter efeito tóxico renal. Podem-se usar antibióticos não nefrotóxicos as cefalosporinas, penicilinas e ampicilinas.

    Os idosos são mais sensíveis à variação de pressão e mais sujeitos a arritmia. São também mais propensos ao sangramento pela fragilidade vascular da própria idade. Caso apresentem arritmia, angina ou hipertensão, é preferível serem submetidos à avaliação médica. São também muito sensíveis aos medicamentos, sendo as doses recomendadas cerca de metade das do adulto jovem. Observar também as defesas orgânicas que podem está diminuídas. Os quadros de endocardites que freqüentemente desenvolvem, por vezes, são de difícil diagnóstico, pelas próprias características da idade.

    Como recomendação básica sugerimos: excluir doenças oculta, evitar anestesia com adrenalina, cuidados com a hemostasia, evitar antibióticos nefrotóxicos.

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