Posts Tagged “Atendimento Odontológico”

A maioria das gestantes ficam muito felizes e ansiosas esperando a chegada dos seus bebês, e esquecem que a procura ao dentista que é muito importante.

Neste período de gestação, sempre ocorre alterações no organismo. Como um aumento da acidez bucal;  Diminuição nos cuidados de higienização bucal. Os hábitos alimentares sofrem alterações, passam a comerem mais e de tudo. E além de sofrerem alterações hormonais, que é normal.

As gestantes tem que fazer avaliação de toda a arcada dentária. Fazendo as restaurações devidas, tratamentos de gengivites e tártaros. Fazer escovações, e usar regulamente o fio dental, e algum bochechos para complementar a higienização.

O tratamento odontológico deve ser realizado em todo período da gestação. No primeiro trimestre deve-se evitar o uso de medicamentos e as tomadas radiográficas, pois o bebê está se formando (período da embriogênese), e no terceiro trimestre a mãe está muito ansiosa, pois já se aproxima o dia do parto. Ler o restante »

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O tratamento odontólogico, por seu caráter quase sempre cirúrgico (extração dentária é uma pequena cirurgia!), uso de agulhas e a falsa associação: “dentista = dor”, fazem com que muitos pacientes já cheguem tensos ao consultório odontológico. A tensão e o stress reflete diretamente em um aumento da pressão arterial, por menor que seja. 

    Leves aumentos da pressão durante o procedimento cirúrgico não devem ser motivo de preocupação. Quando a pressão se eleva bastante, até 24 ou 26 de sistólica, de modo persistente, podem surgir mal estar e arritmia, além de favorecer a hemorragia, pela grande pressão no vaso. Nestes casos pode ser necessário o uso de hipotensores de ação rápida, como o nifedipina (Adalat) sublingual. O seu efeito se desenvolve em poucos minutos.

    É sempre conveniente observar se a pressão está controlada e obter alguma orientação do cardiologista. Uma vez observados os devidos cuidados, não há transtornos durante o tratamento.

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No exercício da profissão odontológica, uma série de doenças infecciosas pode ser transmitida para pacientes e profissionais.Sendo assim, a equipe tem por obrigação realizar uma prática clínica segura, adotando os preceitos atuais de controle de infecção.

    A transmissão de microrganismos pode se dar por diferentes vias: contato direto com lesões infecciosas ou com sangue e saliva contaminados; contato indireto, mediante transferência de microrganismos presentes em um objeto contaminado; respingos de sangue, saliva ou líquido de origem nasofaríngea,diretamente em feridas de pele e mucosa; e aerolização, ou seja, transferência  de microrganismos por aerossóis.

    Para  que haja transmissão de microrganismos, alguns aspectos são de vital importância: a virulência e a quantidade  do agente; o estado imunológico do hospedeiro; e a susceptibilidade do local (solução de continuidade em pele e mucosas). Ler o restante »

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A doutrina para o tratamento odontológico consiste basicamente em ensinar a criança a conhecer uma nova situação e a seguir as instruções do pessoal da clínica, O processo torna-se, em geral, fácil se o dentista permitir que a criança examine à vontade o consultório e o ambiente, enquanto procura fazê-la entender a necessidade do tratamento e a importância da ocasião. O dentista e o seu pessoal devem lembrar que a criança, particularmente na sua primeira consulta, não tem a menor consciência do fato de que um dente dolorido e uma infecção consiste uma ameaça ao seu bem estar. Ela tenderá mais a considerar que o dentista e seus assistentes são o verdadeiro perigo. Se todos lembrarem deste fato, será mais fácil entender a reação da criança normal dentro do consultório.
 
 O primeiro objetivo para ter sucesso com a criança é estabelecer uma comunicação mútua e fazê-la ver que o dentista e os assistentes são seus amigos e estão interessados em ajudá-la. Para tanto é necessário conscientizá-la da importância da consulta e dos seus vários procedimentos. Ler o restante »

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    Existem pelo menos quatro reações à experiência dentária; medo, ansiedade, resistência e timidez. O dentista que, como rotina, trata de criança logo verificará que elas nem sempre demonstram má reação ao tratamento dentário. Essa combinação torna o problema mais complexo, particularmente se o dentista precisa diagnosticar essa reação rapidamente e sem a vantagem de conhecer a experiência anterior da criança com outros profissionais. Ler o restante »

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    Yarrow afirmou existirem dados suficientes para lembrar que um mecanismo simples de aprendizado funciona mesmo antes do nascimento. É um fato confirmado, porém, que o aprendizado simplesmente associativo se desenvolve nitidamente a partir do nascimento. Através do aprendizado, a criança torna-se sensível a experiências específicas e condicionadas ais acontecimentos do meio ambiente.

Dois anos de idade

    Algumas vezes o dentista terá que examinar ou tratar uma criança de dois anos de idade. Por isso, será útil avaliar o tipo de comportamento que podemos esperar nessa idade. Convém sempre ter em conta o grau de desenvolvimento de determinada idade e estabelecer se a criança evolui de acordo como se considera normal. Ler o restante »

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    Todos sabem que é requisito essencial para o tratamento adequado de uma criança o seu comportamento colaborador no consultório dentário. Ao longo dos anos, esse importante conceito vem sendo ensinado e praticado numa filosofia de tentativa-e-erro, porque há um vácuo em nosso conhecimento sobre a forma apropriada para a preparação psicológica da criança a fim de que ela aceite o tratamento. Até recentemente pouca pesquisa foi empreendida com o objetivo de encontrar respostas aos problemas mais comuns sobre este assunto.

    Apesar do seu conhecimento geralmente limitado de psicologia infantil, os dentistas quase sempre se dão bem com crianças, estando aptos a atendê-las com o mesmo grau de eficiência que dispensam aos seus pacientes adultos. A criança realmente problemática no consultório é uma exceção. Contudo, o dentista teria muito mais facilidade em lidar com a criança se soubesse que o seu problema de comportamento ou o seu estado de ansiedade pode ser rapidamente diagnosticado e solucionado. A plena aceitação ocorrerá somente como resultado de constante pesquisas no campo relativamente intacto da psicologia infantil relacionada com a prática dentária. Ler o restante »

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    Os idosos mesmo aparentemente sadios têm grande probabilidade de apresentar doença cardíaca, especialmente a coronariopatia, que pode estar oculta: deve-se ter o cuidado de avaliar.

    No idoso, há diminuição de cerca de 30% da função de todos os órgãos. Para o cirurgião-dentista tem especial importância o rim, pelo uso de medicamentos como antibióticos, que podem ter efeito tóxico renal. Podem-se usar antibióticos não nefrotóxicos as cefalosporinas, penicilinas e ampicilinas.

    Os idosos são mais sensíveis à variação de pressão e mais sujeitos a arritmia. São também mais propensos ao sangramento pela fragilidade vascular da própria idade. Caso apresentem arritmia, angina ou hipertensão, é preferível serem submetidos à avaliação médica. São também muito sensíveis aos medicamentos, sendo as doses recomendadas cerca de metade das do adulto jovem. Observar também as defesas orgânicas que podem está diminuídas. Os quadros de endocardites que freqüentemente desenvolvem, por vezes, são de difícil diagnóstico, pelas próprias características da idade.

    Como recomendação básica sugerimos: excluir doenças oculta, evitar anestesia com adrenalina, cuidados com a hemostasia, evitar antibióticos nefrotóxicos.

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    Como qualquer usuário dos serviços odontológicos, todo paciente soropositivo para o HIV ou com aids deve ser atendidos da melhor forma possível, sempre, com o objetivo principal de promover a melhoria da sua qualidade de vida. Invariavelmente, o plano de tratamento a ser executado deverá considerar e integrar-se à história médica do paciente.

    O cirurgião-dentista, como profissional da área de saúde, deve está habilitado para tratar indivíduos portadores de doenças infecto-contagiosas. O melhor atendimento odontológico de rotina repousa na capacidade de tratar o paciente com segurança, independentemente de um conhecimento prévio da sua sorologia para o HIV/AIDS ou qualquer outra infecção, Uma parte importante do tratamento dos portadores do HIV e pacientes de aids é o estabelecimento de um relacionamento de confiança. Obtendo uma boa história médica e odontológica junto ao paciente, ouvindo e discutindo com ele essas questões, o profissional estará demonstrando preocupação e cuidado com a saúde integral. Ler o restante »

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    Os procedimentos odontológicos em gestantes devem ser realizados de preferência após a organogênese (depois da 12ª semana de gestação). O medo e a ansiedade do tratamento  podem repercutir para o feto. Em regra, as pacientes devem ser bem esclarecidas, pelo médico e pelo dentista. O “stress” pode favorecer o aparecimento de arritmias. Os analgésicos com adrenalina também devem ser evitados.

    As pacientes mais sensíveis a estas alterações são as com comprometimento do miocárdio e da valva mitral, em nossa observação. Ler o restante »

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