REMOÇÃO DE RAÍZES

 

   Início  |  Artigos  |  Downloads  |  Fórum  |  Links  |  Contato

LINKS

DESTAQUE
MENU
:: INÍCIO
:: ARTIGOS
:: DOWNLOADS
:: FÓRUM
:: LINKS
:: CONTATO
:

 

PUBLICIDADE

ARTIGOS > REMOÇÃO DE RAÍZES

Em muitos casos, a remoção cirúrgica de raízes será menos traumatizantes que tentativas contínuas sem sucesso, de extração intralvelar. A cicatrização das feridas será, quando uma técnica operatória correta for usada, mais rápida e resultará em remodelação mais homogênea do processo alveolar.   O método operatório é essencialmente o mesmo, seja concernente a dentes uni ou multirradiculares. No entanto, em vista das diferenças entre a maxila e a mandíbula, em estrutura óssea e relação com outras estruturas anatômicas, a técnica será diferente nos dois maxilares.   Incisões são usadas usualmente, evitando a região de forâmen metoniano, que pode estar situado em diversos locais desde sob a ponta da raiz mesial do primeiro molar até sob a ponta da raiz do primeiro prémolar. A figura abaixo, são vistos dois exemplos de incisões impróprias, que dão tanto visão insatisfatória do campo operatório, quanto causam falta de apoio para as bordas da incisão.

 

      Em muitos casos, a remoção cirúrgica de raízes será menos traumatizantes que tentativas contínuas sem sucesso, de extração intralvelar. A cicatrização das feridas será, quando uma técnica operatória correta for usada, mais rápida e resultará em remodelação mais homogênea do processo alveolar.

     O método operatório é essencialmente o mesmo, seja concernente a dentes uni ou multirradiculares. No entanto, em vista das diferenças entre a maxila e a mandíbula, em estrutura óssea e relação com outras estruturas anatômicas, a técnica será diferente nos dois maxilares.

 

A OPERAÇÃO CONSISTE DAS SEGUINTES FASES:

 

1) Levantamento do retalho nucoperiósteo

2) Desnundação de uma parte adequada da raiz        

3) Extração, com elevador ou foceps  de raiz

4) Limpeza da ferida e sutura

 

 

A MANDÍBULA

 

     Incisões são usadas usualmente, evitando a região de forâmen metoniano, que pode estar situado em diversos locais desde sob a ponta da raiz mesial do primeiro molar até sob a ponta da raiz do primeiro prémolar. A figura abaixo, são vistos dois exemplos de incisões impróprias, que dão tanto visão insatisfatória do campo operatório, quanto causam falta de apoio para as bordas da incisão.

 

 

    O retalho mucoperiósteo é levantado e o osso vestibular é removido com uma broca, para expor aproximadamente metade da raiz. Tendo cuidado com a colocação do elevador do periósteo para o tecido mole e o nervo metoniano.

    O osso vestibular é removido e toda a largura mésio-distal da raiz exposta. Para facilitar o uso de elevadores, o orifício é feito na raiz, na extremidade apical da janela óssea. A direção do corte deve ser inclinada, para dá a utilização mais eficiente da força do elevador.

    Com um elevador contra-angulado, colocado no corte e a borda do osso como suporte, a raiz pode ser agora elevada. Se a ponta da raiz é curvada, em direção distal ou mesial, pode muitas vezes ser necessário aplicar o elevador, no lado mesial ou distal da raiz, respectivamente.

 

 

    Após a limpeza da ferida, a sutura é feita. A posição das suturas interdentais tem que ter firme apoio ósseo e não através da abertura do alvéolo. A sutura na incisão vertical deve seguir para cima, para a gengiva marginal, de modo que as bordas da incisão estejam colocadas em relação correta, uma com a outra.

            

 

A MAXILA

 

     A incisão angular é também usada mais freqüentemente porque, embora a incisão trapezóide possa  ser indicada na região anterior.

      A raiz é exposta na maioria previamente mencionada. Uma peça de mão é usada adequado seja disponível. A relação íntima entre ponta da raiz e o seio maxila não é contra-indicação para esta técnica, mas sim reforça a indicação para  operação, para assegurar remoção atraumática.

      A raiz deve ser removida com elevador reto, que é inserido no espaço periodontal no lado palatino, onde o osso tem resistência adequada para suportar a pressão. A luxação da raiz, é conseguida pela rotação do elevador, usando-se  muito pouca pressão na direção apical.

 

 

                   

 

     A raiz pode, também ser removida  com um foceps de raiz. Esta preensão, combinada com uma remoção  adequada de osso assegura que a raiz será extraída na direção  mais favorável, como apenas aplicação limitada de força.

     As suturas são feitas de acordo com a orientação descrita previamente para a mandíbula. Uma sutura suplementar da mucosa não aderente, pode ser necessária se a incisão vertical for  estendida mais do que usual, ou se as bordas do corte não se adaptarem, exatamente, uma á outra.

     Em casos onde apenas o fragmento apical permanece no alvéolo, a técnica pode ser modificada em alguns pontos. Por exemplo, uma ponta de raiz hipercementóica de um prémolar mandibular é demonstrada. A incisão trapezoide é indicada aqui, pois fornece uma larga exposição óssea e, portanto, melhor visão do campo operatório.

 

     É agora possível expor a ponta da raiz , através de uma janela óssea, evitando perda do osso marginal. A localização exata da ponta da raiz pode ser achada usando-se uma sonda periodontal, como demonstrado no desenho.

                   

 

 

     A ponta da raiz é exposta quase completamente e removida com um elevador contra-angulado, através da janela vestibular. Para assegurar o fechamento adequado, pelo menos duas suturas são necessárias nas incisões verticais.

 

Temas Relacionados:

 

 

SHOPPING

POLÍTICA DE PRIVACIDADE  |  TERMOS E CONDIÇÕES DE USO

OdontoDicas © 2004 - Todos os direitos reservados.