Odontodicas Porque a saúde começa pela boca…

4 de janeiro de 2016

Hipotensão e Parkinson

Filed under: Geral — Tags:, , , , , , — Dra. Socorro Azevedo @ 23:37

Na doença de Parkinson, controlar a hipotensão ortostática melhora a cognição e equilíbrio
Hipotensão pode causar implicações para aqueles que sofrem de doença de Parkinson.

Hipotensão ortostática é uma forma de pressão arterial baixa que ocorre quando se passa de uma posição sentada ou deitada para a posição um. É comumente encontrado em doença de Parkinson e as recomendações atuais para gerenciá-lo envolver medidas gerais e medicamentos que apresentem riscos mínimos ou efeitos secundários adversos. (more…)

2 de janeiro de 2016

O que é enxerto ósseo?

Filed under: Geral — Tags: — Dra. Socorro Azevedo @ 23:09

O que é enxerto ósseo?

É um processo cirúrgico que consiste em retirar um fragmento de osso de uma localização para colocar no local que se pretende reparar. Pode ser usado em variadíssimas situações como na reparação de fraturas com perda de osso ou para correção do maxilar de modo a permitir um implante dentário.

O fragmento ósseo pode ser obtido do próprio paciente (autógeno); através do osso de cadáver de indivíduo da mesma espécie (aloenxerto – a partir de um Banco de Osso) ou de doador de espécie diferente da do receptor (xenógeno). O enxerto acontece em uma cirurgia prévia à colocação dos implantes dentários, que só serão colocados após o período de cicatrização óssea, que leva em média de 6 a 12 meses.

Impantodontia – Parte II

Filed under: Geral — Tags: — Dra. Socorro Azevedo @ 22:30

O cirurgião dentista deve obter uma história cuidadosa, o que inclui história prévia do paciente, médico e odontológico, assim como a história social, a fim de verificar se os fatores de risco (por exemplo, tabagismo, diabetes) podem aumentar a possibilidade de falha do implante. Se não houver riscos, eles devem ser explicados ao paciente durante o preenchimento do consentimento informado. Os achados relevantes devem ser registrados nas respectivas fichas clínicas do paciente. O cirurgião dentista também deveria realizar uma avaliação clínica detalhada que podem incluir a obtenção de modelos de estudo, fotografias e radiografias pré-tratamento, e se necessário, tomografia computadorizada, em 3-dimensões e mapeamento ósseo. Com relação à seleção de materiais de implante, o cirurgião dentista deve obter o implante dos fornecedores/fabricantes com renome nacional ou internacional. Deve-se assegurar que a segurança e a confiabilidade dos materiais sejam suportadas por evidências científicas publicadas. Dever-se-ia também estudar a instruções dos fabricantes com cuidado e manter-se atualizado com os conhecimentos científicos relativos a Implantodontia. No caso em que o cirurgião dentista não ter o devido cuidado na seleção e manipulação dos materiais de implante, existe um risco que ele pode ser responsabilizado por eventuais defeitos nos materiais, se o paciente sofrer posteriormente falha no tratamento15 . Alguns implantodontistas tendem a negligenciar a importância de implante no local correto por uma tendência otimista, acreditando que uma posição desfavorável poderia ser corrigido durante a fase protética do tratamento. Infelizmente, isto nem sempre é possível. Assim, pode-se comprometer todo o plano de tratamento, levando a uma grande decepção tanto para o paciente e quanto para o cirurgião. A colocação do implante é um procedimento eletivo, portanto o planejamento adequado é um pré-requisito para todo o tratamento odontológico eletivo.

CONCLUSÃO

A prática segura da Implantodontia é indispensável para o sucesso da terapia. Respeitar os aspectos éticos, legais e tornar o relacionamento sempre muito claro com o paciente (termo de consentimento, informações adicionais) são vertentes importantes para o sucesso do tratamento reabilitador. Uma vez que, este tratamento é em longo prazo, a Implantodontia exige do profissional toda documentação e, clareza no momento de oferecer o tratamento, para que as expectativas do paciente e profissional sejam atingidas.

Implantodontia – Parte I

Filed under: Geral — Tags: — Dra. Socorro Azevedo @ 21:38

Implantodontia é um ramo da Odontologia que se destina ao tratamento do edentulismo com reabilitações protéticas suportadas ou retidas por implantes dentários. No Brasil, diferentemente de outros países é uma Especialidade da Odontologia RESOLUÇÃO CFO 168/90.

Tem como objetivo a implantação na mandíbula e na maxila, de materiais e mui aloplásticos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis e próteses totais outras coisas.. Ao redor do titânio ocorre a osseointegração que é caracterizada pela formação de tecido ósseo que irá incorporar este material ao organismo. E, é extremamente importante, que o tecido ósseo mantenha-se preservado mesmo quanto o implante dentário seja submetido aos esforços mastigatórios.

A integração óssea deve-se a incapacidade do nosso organismo em detectar o titânio intra-ósseo; devido a suas características bio-inertes (ao se expor ao ar, a superfície do titânio se transforma em óxido de Ti), não acontece a formação de tecido fibroso em volta do implante, permitindo assim o crescimento ósseo ao redor do mesmo, estando em contato íntimo osso e implante.

O descobridor da osseointegração foi o médico sueco Per-Ingvar Brånemark; ao inserir câmaras de titânio na fíbula de coelhos em suas experiências, relatou certa dificuldade na hora de removê-las, ao estudá-las notou a intimidade entre osso e titânio. Bränemark faleceu em 20 de Dezembro de 2014 de complicaçoes relativas a um infarto cardíaco aos 85 anos em Gotemburgo, na Suécia.

Desde 1960 existiram vário tipos de implantes; porem os implantes radiculares ósseo-integrados foram os mais bem sucedidos com taxas de sucesso margeando os 95 % em 5 anos.

Com a Implantodontia são feitas desde reabilitações unitárias ate grandes reabilitações totais fixas ou removíveis.

Entre 3 e 6 meses após a instalação do implante de titânio pode ser iniciada a prótese. Um processo mais recente propõe a instalação rápida de dentes, chamada carga imediata.

De acordo com um estudo publicado pelo Journal of Dental Research, uma nova técnica de implante com células estaminais permite que um dente cresça na gengiva.

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